3 - Histórico do Município de Igaratá
Foco na aprendizagem.
3. HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE IGARATÁ
O nome “Igaratá” vem do Tupi – “Igara” significa barco/barca, canoa indígena. O significado mais conhecido é “canoa alta”, porém há registros do significado ser “canoa grande”, ou "canoa forte ou resistente".
Não há registros que conte toda a origem do povoado de Igaratá. Nascida no fundo do vale do rio do Peixe, quase na confluência do rio Jaguari, surgiu o pequeno amontoado de casas em torno de uma capela. Nem mesmo anotações batismais ou de casamentos registram a passagem das missões pela aldeia. O primeiro registro oficial marca o início da primeira fase da história da cidade. No dia 19 de abril de 1864, a Capela de Nossa Senhora do Patrocínio é levada à categoria de Freguesia e anexada à Comarca de São José dos Paraitininga. Quatro anos depois, no dia 9 de Maio de 1.868, a Freguesia muda de Comarca, com anexação ao município de Santa Isabel.
Em 23 de abril de 1863, com o mesmo nome, pela lei n.º 80 do Imperador, foi transformada em Município e anexada à comarca de Jacareí. O nome Igaratá, denominação de canoas com encostados altos, utilizada pelos índios guaranis que viviam na região passou a designar o nome da cidade em 22 de dezembro de 1.906, através da lei n.º 14.
Como município, constituiu-se apenas como distrito de paz de Igaratá, e assim foi até que, em 21 de Maio de 1934, o município foi extinto e anexado novamente a Santa Isabel. Em 1.954, pela lei 2456 de 30 de Dezembro tornou-se novamente independente e, emancipado administrativa e politicamente, condições em que permanece até hoje.
No início dos anos 60, surgiu o projeto de construção de uma represa que produzisse energia para satisfazer as necessidades de desenvolvimento do Vale do Paraíba. Por sua condição de ribeirinha do Rio Jaguari, decidiu-se sacrificar o município. Com muitos esforços e dedicação das autoridades municipais, em 1968 surgiu a esperança de se reconstruir a cidade em outro sítio. Em 24 de abril de 1969 chegaram as primeiras máquinas para a construção da Nova Igaratá, marcando o início da Segunda fase da história do Município.
A “Nova Igaratá” nasceu, oficialmente, em 5 de dezembro de 1969, a três quilômetros da “Igaratá velha”. Todos os moradores da velha foram transferidos para a nova cidade, construindo suas casas em terreno doado pela CESP (Centrais Elétricas de São Paulo). Os que eram de fora ou não moravam na cidade velha poderiam comprar terrenos, se quisessem, e no início o preço era bem baixo para incentivar e promover o progresso local. Aos poucos foi construído ginásio, escola, delegacia de polícia, prefeitura e outras repartições.
Localizada a latitude 23º12'16" sul e a longitude 46º09'22" oeste, estando a uma altitude de 745 metros do nível do mar. Sua população estimada em 2011, de acordo com o IBGE é de 8.873 habitantes.
Os municípios limítrofes são Joanópolis a norte, São José dos Campos a leste, Jacareí a sudeste, Santa Isabel a sudoeste e Nazaré Paulista e Piracaia a oeste.
Igaratá localiza-se às margens da Rodovia Dom Pedro I no quilômetro 24, no eixo São Paulo - Rio a 70 km de São Paulo, 20 km de Santa Isabel, 22 km de Jacareí, 30 km de São José dos Campos e 100 km de Campinas.
O vale do Paraíba, habitado e percorrido pelos índios tamoios, teve grande importância nas incursões dos bandeirantes.
Em fins do século XVIII, a decadência da exploração de ouro em Minas Gerais possibilitou a fixação dos desbravadores, que fundaram fazendas de café, no vale. Nessa época, foi construída, às margens do Rio Jaguari, afluente do Paraíba, em território de Santa Isabel, uma capela sob a invocação de Nossa Senhora do Patrocínio, surgindo ao redor, a pequena povoação de Patrocínio de Santa Isabel.
Em 1864 foi elevado à categoria de freguesia e, em 1873, a Município. Sua denominação, no entanto, somente foi alterada para Igaratá, do tupi " ygara-atã ", significando canoa grande, em 1906.
A decadência da cafeicultura do Vale provocou uma retração no seu desenvolvimento e assim, em 1934, devido à baixa densidade urbana, o Governo do Estado reduziu Igaratá, à condição de Distrito, incorporando-o a Santa Isabel. O Município somente foi restaurado em 1953 e instalado no ano seguinte.
A construção da represa Jaguari, integrante do sistema hidrelétrico do Estado, levou a CESP-Central Elétrica de São Paulo, a iniciar, em 1969, a construção de um novo núcleo urbano para obrigar a Municipalidade de Igaratá, cuja antiga sede ficou submersa na represa. No mesmo ano as famílias igarataenses transferiram-se para a nova Igaratá.
Gentílico: igarataense
Freguesia criada com a denominação de Patrocínio Santa Isabel, por lei provincial no 24, de 1904-1864, subordinado ao município de São José do Paraíba.
Pela lei provincial n.º 64, de 09-05-1868, transfere a freguesia de Patrocínio de Santa Isabel para o município de Santa Isabel.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Patrocínio de Santa Isabel ou Nossa Senhora do Patrocínio de Santa Isabel, por lei provincial nº 80, de 23-04-1873, desmembrado de Santa Isabel. Constituído do distrito sede.
Elevado à condição de cidade, por Lei Estadual nº 1038, de 19-12-1906. Pela Lei Estadual nº 1042, de 22-12-1906, o município de Patrocínio de Santa Isabel passou a denominar-se Igaratá. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede. Pelo decreto estadual nº 6448, de 21-05-1934, o município de Igaratá foi extinto, sendo seu território anexado ao município de Santa Isabel. No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Igaratá figura no município de Santa Isabel. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Igaratá permanece no município de Santa Isabel.
O Município de Igaratá, localiza-se uma latitude 23º12'16" sul e a uma longitude 46º09'22" oeste, estando a uma altitude de 745 metros. Sua população estimada em 2021 era de 9 631 habitantes. Possui um inverno relativamente frio e semisseco e um verão super úmido e quente, sendo que as estações de outono e primavera são estações de transições apresentando características tanto do verão quão do inverno, com dias quentes ou frios e umidade aumentando ou diminuindo ao longo dos dias de ambas estas estações
Os municípios limítrofes são Joanópolis ao norte, Piracaia a noroeste, Nazaré Paulista a oeste, Santa Isabel a sudoeste, Jacareí a sudeste e São José dos Campos a leste.
Demografia
Dados do Censo – 2000
População total: 8.292
Urbana: 5.877
Rural: 2.415
Homens: 4.298
Mulheres: 3.994
Densidade demográfica (hab./km²): 28,27
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 15,42
Expectativa de vida (anos): 71,46 Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,61
Taxa de alfabetização: 85,82%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,764IDH-M Renda: 0,682IDH-M
Longevidade: 0,774IDH-M Educação: 0,837(Fonte: IPEADATA)
Hidrografia
Rio Paraiba do Sul e Represa de Jaguari
Rodovias
SP-65 – Rodovia Prefeito Joaquim Simão (Estrada Igaratá-Santa Isabel);
Comunicações
A cidade foi atendida pela Companhia de Telecomunicações do Estado de São Paulo (COTESP) até 1973, quando passou a ser atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP), que transferiu a concessão para a Companhia Telefônica da Borda do Campo (CTBC). Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica, sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo para suas operações de telefonia fixa.
Economia
A maior parte do município está em áreas rurais, o que poderia dizer que a agricultura sustenta o município, porém a área agropecuária não é bem desenvolvida, bem como a área industrial, fazendo o município depender do turismo por suas belezas naturais e de um comércio pequeno e restrito. Há tentativas de desenvolver agricultura de subsistência e trabalhos artesanais, porém estas têm se revelado tímidas.
Na agropecuária destaca-se a atividade de criação de gado para corte e leite. Há alguns poucos criadores de peixes e ovinos, entre outras atividades. Na agricultura destaca-se o cultivo de frutas e culturas vegetais para subsistência própria ou venda no comércio cidade.
A cidade conta com um comércio local e restrito, pequenas indústrias (tornearia automática, peças de fixação, arames e molas) e os serviços autônomos e temporários são normalmente informais e garantem a sobrevivência de uma boa parte dos igarataenses.
Referências
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Julho de 2021
Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008
«Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010
IUCN Red List↑ Municípios de São Paulo (mapa)
«CTBC - Relatório Anual de 1975» (PDF). Diário Oficial do Estado de São Paulo
«Nossa História». Telefônica / VIVO
GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1
HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO DE IGARATÁ
Os primórdios da educação em Igaratá nos remete a antiga cidade de Igaratá, hoje submersa pelas águas da represa do Jaguari, onde havia apenas o Grupo Escolar de Igaratá, o qual pertencia a Rede Estadual de Ensino, sendo supervisionado pela sétima Delegacia de Ensino da Capital do Governo do Estado de São Paulo. Esta Unidade Escolar atendia alunos do primeiro ao quarto ano do ensino fundamental. A partir daí aqueles que desejassem prosseguir os estudos deveriam se deslocar para municípios vizinhos.
Em 1962, com a publicação da Lei Estadual nº 6.985 de 10/09/1962 o Grupo Escolar de Igaratá passou a denominar-se Grupo Escolar Coronel Benedito Ramos Arantes.
Nas décadas de sessenta e setenta o Município possuía as Escolas Rurais, localizadas em vários Bairros do Município, chamadas de Escolas de Emergência, vinculadas ao então Grupo Escolar.
Nestas décadas, devido as condições precárias das estradas rurais as Professoras moravam nos Bairros, ministravam aulas do primeiro ao quarto ano em salas multisseriadas e utilizavam-se de caminhão de leite para se deslocarem até os Bairros onde as Escolas estavam inseridas.
Atualmente o Município de Igaratá ainda possui três Unidades Escolares localizadas na zona rural que são multisseriadas, mais com facilidade de acesso.
Após a mudança da cidade, ocorrida no final do ano de 1969, a demanda populacional e o número de alunos foi sendo progressivamente ampliado.
Em 1971 dando continuidade ao ensino de 1º Grau no Município de Igaratá foram criadas a quinta e a sexta série e sequencialmente em anos posteriores a sétima e oitava série.
Em 1973 ocorreu a primeira formatura de alunos concluintes do ensino de primeiro grau no Município. Os alunos concluintes de 1º Grau que quiseram dar continuidade aos seus estudos tiveram que procurar Municípios vizinhos.
Em 1975 foi instalado o Ensino Médio no Município dando oportunidade aos munícipes de terem seus estudos mais avançados.
Em 1989 uma Unidade Escolar localizada no Bairro Boa Vista, zona rural do Município, multisseriada, vinculada à Escola Coronel Benedito Ramos Arantes, rede estadual de ensino, atingiu setenta e dois alunos matriculados e por este motivo foi desvinculada, passando a ser uma Escola atendendo em classes distintas alunos do primeiro ano à sexta série do Ensino Fundamental, a Escola Estadual Bairro Boa Vista, mais tarde denominada Escola Estadual Benedito Rodrigues de Oliveira até que em 1981 passou a ter as séries do 1º ao 8º ano do Ensino Fundamental pertencendo a Rede Estadual de Ensino.
Em 1998 quando deu-se início a municipalização do ensino fundamental no Município de Igaratá, a Escola Estadual Benedito Rodrigues de Oliveira, foi sequencialmente perdendo as séries iniciais do Ensino Fundamental, as quais passaram a integrar a Rede Municipal de Ensino.
Em 1998:
- A Lei Municipal nº945, de 26/05/1998 criou e implantou a primeira Escola Municipal de Educação Infantil de Igaratá
- A Lei Municipal nº946, de 26/05/1998, criou e implantou a Escola Municipal de Educação Especial de Igaratá
- A Lei Municipal nº947, de 27/05/1998, criou e implantou a Escola Municipal de Ensino Supletivo de Igaratá
- A Lei Municipal nº950, de 24/08/1998, criou e implantou a Escola Municipal Parcial de Ensino Fundamental de Igaratá
Em 1999, a Lei Municipal nº964, de 22/02/1999, modificou e alterou a redação da Lei nº950, de 24/08/1998 revogando e suprimindo a expressão “parcial” inserida na Lei nº950/98
Em 2002 a Escola Estadual Benedito Rodrigues de Oliveira, localizada em zona rural do Munícipio, pertencente a Rede Estadual de Ensino passou a atender somente os alunos do 5º ao 8º ano do Ensino Fundamental, compartilhando o prédio com a rede Municipal de Ensino responsável pelo atendimento de 1º ao 4º ano.
Em 2004:
- A Lei Municipal nº1.162, de 08/03/2004, denominou a instituição de educação infantil como EMEI “CARLOS GOMES”
- A Lei Municipal nº .1194, de 03/12/2004, criou e implantou a EMEIF “BENEDITO RODRIGUES DE OLIVEIRA”, localizada no Bairro Boa Vista
Em 2005, o Município passa a ter mais um prédio escolar Escola Estadual Jardim Rosa Helena vinculado à Rede Estadual de Ensino atendendo alunos do Ciclo II do Ensino Fundamental compartilhando prédio com a Rede Municipal de Ensino a qual atendia os alunos do Ciclo I do Ensino Fundamental.
Em 2005, a Lei Municipal nº 1.217, de 16/06/2005, criou e implantou a EMEIF” IRMÃ PAULA GUIMARÃES NUNES”.
Em 15/02/2006 foi publicada a Lei Estadual nº12.265, denominando a Escola Estadual Jardim Rosa Helena como Escola Estadual” Petronilha de Sousa”
Em 2007:
- A Lei Municipal nº1.345, de 11/7/2007, criou e implantou a EMEIF Bairro Água Branca e a EMEIF Bairro Parque Alpina
- A Lei Municipal nº1.358, de 21/09/2007, criou, implantou e denominou a Instituição de Educação Infantil e Fundamental Bairro da Harmonia como “EMEIF JOÃO CARVALHO FAGUNDES”
Em 2008, a gestão municipal municipalizou o Ciclo II do Ensino Fundamental das Escolas Estaduais Benedito Rodrigues de Oliveira e Petronilha de Sousa passando então todo o Ensino Fundamental sob responsabilidade do Município.
Em 2008, a Lei Municipal nº1.383, de 22/02/2008, criou e implantou a EMEIF “PETRONILHA DE SOUSA”.
Em 2014 foi instalado o primeiro polo de Universidade em Igaratá, UNIARARAS com o curso de pedagogia.
Em 2018 o Município fez convênio com a UNIVESP ofertando mais cursos de nível superior aos munícipes, instalando um polo no Município.
O Polo da UNIVESP é uma unidade acadêmica e operacional para o desenvolvimento de atividades presenciais relativas aos cursos oferecidos na modalidade a distância. O local conta com infraestrutura física e tecnológica, além de um profissional para apoio aos alunos no desenvolvimento dos projetos pedagógicos da instituição e de cada um dos cursos.
Atualmente são ofertados os seguintes cursos pela UNIVESP: Pedagogia, Letras, Engenharia da Computação e Engenharia de Produção.
Em 2016, a Lei nº 1870, de 17/11/2016, denominou do Centro Educacional como CENTRO EDUCACIONAL” MARINA JUDITE DE SOUZA”
Em 2021:
- A Lei Municipal nº 2.074, de 16/07/2021,instituiu o Sistema Municipal de Ensino de Igaratá
- A Lei Municipal nº 2.107, de 13/12/2021, criou e implantou a EMEI BAIRRO ÁGUA BRANCA
Em 2022:
- A Lei Municipal nº 2.116, de 09/03/2022, dá denominação do prédio escolar do Bairro Água Branca como EMEI “PROFª EUNICE BUSTAMANTE JUNQUEIRA FORTES”
- A Lei Municipal nº 2.162, de 20/10/2022, dá denominação de prédio escolar do Bairro Parque Alpina como EMEIF” ANTONIO SILVA RIBEIRO”
Atualmente, a gestão municipal com o objetivo de elevar o grau de instrução da população do Município de Igaratá oferece para aqueles que queiram fazer cursos técnicos ou cursos de diversas faculdades, transporte gratuito para os Municípios de Jacareí, São José dos Campos, Santa Isabel e Mogi das Cruzes.
O cenário atual na Rede Municipal de Ensino de Igaratá são os Professores todos portadores de nível superior completo e mais de 90% pós-graduados.
Em 2023, temos as seguintes Unidades Escolares pertencentes à Rede Municipal de Ensino:
- EMEIF PROFESSORA LEONINA VIEIRA DE BARROS, atendendo alunos de Educação Infantil (Etapa I e II), Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), atualmente com 316 alunos.
- EMEIF IRMÃ PAULA GUIMARÃES NUNES, (Escola de Tempo Integral) atendendo Educação Infantil (Maternal, Etapa I e II), Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), atualmente com 454 alunos
- EMEIF BENEDITO RODRIGUES DE OLIVEIRA, atendendo alunos de Educação Infantil (Etapa I e II), Ensino Fundamental Ciclo I (1º ao 5º ano) e Ciclo II (6º ao 9º ano), atualmente com 275 alunos
- EMEIF PETRONILHA DE SOUSA, atendendo alunos de Ensino Fundamental Ciclo I (1º ao 5º ano) e Ciclo II (6º ao 9º ano), atualmente com 414 alunos
- EMEI CARLOS GOMES (Escola de Tempo Integral) atendendo alunos de Berçário ao Maternal, atualmente com 120 alunos
- EMEI PROFª EUNICE BUSTAMANTE JUNQUEIRA FORTES (Escola de Tempo Integral) atendendo alunos de Berçário ao Maternal, atualmente com 25 alunos
- EMEIF JOÃO CARVALHO FAGUNDES atendendo alunos de Educação Infantil (Maternal, Etapa I e II), Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), em classe multisseriada, atualmente com 22 alunos
- EMEIF ÁGUAS DE IGARATÁ atendendo alunos de Educação Infantil (Maternal, Etapa I e II), Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), em duas classes multisseriadas, atualmente com 31 alunos
- EMEIF ANTONIO atendendo alunos de Educação Infantil (Maternal, Etapa I e II), Ensino Fundamental (1º ao 5º ano),em duas classes multisseriadas, atualmente com 30 alunos
Em 2023 a Rede Municipal de Ensino de Igaratá totaliza 1.687 alunos efetivamente matriculados.
O Município possui também uma única Unidade Escolar pertencente a Rede Estadual de Ensino, a EE “CEL. BENEDITO RAMOS ARANTES”, a qual atende alunos do 6º ano ao 9º ano do Ensino Fundamental e alunos do 1º ano ao 3º ano do Ensino Médio.